🚨 CHEFE DA “MÁFIA DO CIGARRO” É PRESO EM CABO FRIO: ADILSINHO CAI APÓS ANOS FORAGIDO

Apontado como um dos principais nomes do jogo do bicho no Rio, contraventor tinha cinco mandados de prisão e é investigado por homicídios

O contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, foi preso na manhã desta quinta-feira (26) durante operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele foi capturado em uma residência em Cabo Frio, na Região dos Lagos, após trabalho de inteligência da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco-RJ), com apoio do Serviço Aeropolicial.

Considerado foragido há anos, Adilsinho é apontado pelas autoridades como um dos principais integrantes da cúpula do jogo do bicho no estado e como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no Rio de Janeiro.

CINCO MANDADOS E ACUSAÇÕES DE HOMICÍDIO

Contra ele havia cinco mandados de prisão preventiva: quatro por homicídio e um por organização criminosa. Segundo investigadores, Adilsinho é suspeito de mandar executar rivais em disputas por território e de liderar um grupo armado envolvido na exploração do comércio ilegal de cigarros.

Ele também era alvo da Operação Libertatis II, deflagrada em março de 2025, que apura a atuação de uma organização criminosa transnacional especializada na fabricação e distribuição de cigarros clandestinos, utilizando violência e intimidação para dominar áreas estratégicas.

HERDEIRO DA CONTRAVENÇÃO

Investigadores apontam Adilsinho como herdeiro da contravenção na Baixada Fluminense. Ele teria iniciado sua trajetória no jogo do bicho e, nos últimos anos, expandido seus negócios para o mercado ilegal de cigarros, atividade considerada altamente lucrativa e ligada a redes criminosas interestaduais.

Após a prisão, o contraventor foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos de praxe. Em seguida, deverá ser transferido ao sistema prisional do estado.

A operação faz parte de uma ofensiva para desarticular estruturas criminosas que atuam no comércio clandestino e na exploração de atividades ilegais no Rio e em outros estados.

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