PARANÁ PESQUISAS: TARCÍSIO LIDERA DISPUTA EM SP E AMPLIA VANTAGEM SOBRE HADDAD NO 2º TURNO

Um novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira (21) mostra que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), segue na liderança da corrida pelo Palácio dos Bandeirantes e aparece à frente do ex-ministro Fernando Haddad (PT) tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Segundo a pesquisa, em um eventual segundo turno, Tarcísio teria 52,7% das intenções de voto contra 37,6% de Haddad.

Apesar da vantagem, os números mostram movimentações importantes no cenário político paulista. Em comparação aos levantamentos anteriores, Tarcísio registrou queda nas intenções de voto, enquanto Haddad avançou.

Na pesquisa de fevereiro, o atual governador aparecia com 58,7%, enquanto Haddad tinha 32,4%. Agora, a diferença entre os dois diminuiu.

O levantamento também simulou um cenário de primeiro turno com quatro candidatos.

Nesse quadro, Tarcísio lidera com 47,3% das intenções de voto. Haddad aparece em segundo lugar, com 33,5%.

Mais atrás surgem Paulo Serra (PSDB), com 4,3%, e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão), com 3,4%.

Os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 6,5%. Outros 5,1% disseram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa também mediu o índice de rejeição dos possíveis candidatos ao governo paulista.

Fernando Haddad aparece com a maior rejeição entre os nomes testados, com 44,9%. Em seguida vêm Tarcísio de Freitas, com 27,3%, Kim Kataguiri, com 16,5%, e Paulo Serra, com 15,1%.

O Paraná Pesquisas ouviu 1.640 eleitores em 82 municípios do estado de São Paulo entre os dias 18 e 20 de maio.

O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

A nova pesquisa reforça o cenário de polarização política em São Paulo e mostra que a disputa entre Tarcísio e Haddad deve dominar o debate eleitoral nos próximos meses.

INDICADO POR EDUARDO BOLSONARO AO SENADO APARECE EM ÚLTIMO LUGAR EM SP

Um novo levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta quinta-feira (21) acendeu um sinal de alerta no grupo político ligado ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) em São Paulo.

A pesquisa mostra que André do Prado (PL), nome apoiado por Eduardo Bolsonaro para a disputa ao Senado em 2026, aparece na última colocação nos dois cenários testados pelo instituto.

Os números indicam dificuldade de crescimento do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), mesmo após Eduardo anunciar que pretende ser suplente da chapa na corrida eleitoral.

No primeiro cenário apresentado pela pesquisa, a ex-ministra Marina Silva (Rede) lidera com 36,6% das intenções de voto, seguida por Simone Tebet (PSB), que aparece com 34,3%.

Na sequência surgem o ex-secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PP), com 25,1%, e o deputado federal Ricardo Salles (Novo), com 18,7%.

Paulinho da Força (Solidariedade) registra 13,6%, enquanto André do Prado aparece na última posição, com apenas 11,3%.

O levantamento também mostra que Marina Silva continua competitiva, apesar de leve oscilação para baixo em comparação à pesquisa de abril. Já Simone Tebet apresentou crescimento.

Em um segundo cenário testado pelo Paraná Pesquisas, Simone Tebet deixa a disputa e dá lugar ao ex-governador Márcio França (PSB).

Mesmo assim, André do Prado permanece na última colocação.

Nesse quadro, Marina Silva lidera com 37,4%, seguida por Márcio França, com 27,1%, e Guilherme Derrite, com 25,8%.

Ricardo Salles aparece com 18,5%, Paulinho da Força tem 15,4%, e André do Prado soma 11,8%.

O resultado aumenta a pressão sobre o grupo bolsonarista em São Paulo, principalmente porque Eduardo Bolsonaro já havia anunciado publicamente que pretende atuar como suplente de André do Prado na disputa pelo Senado.

Atualmente nos Estados Unidos, Eduardo afirmou que pretende participar da campanha dos aliados mesmo fora do Brasil.

A pesquisa ouviu 1.640 eleitores em 82 municípios paulistas entre os dias 18 e 20 de maio.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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