🔥 BRASÍLIA EM GUERRA: GOVERNO, CONGRESSO E STF ROMPEM E O PAÍS ENTRA NO “CADA UM POR SI”

Brasília vive uma crise que saiu do bastidor e virou guerra aberta.
O governo Lula, o Congresso e o Supremo não se entendem mais.
A aliança que segurava a política nos últimos dois anos se quebrou.
O primeiro ponto de explosão foi a indicação de Jorge Messias para o STF.
Lula queria Messias.
Mas Davi Alcolumbre, presidente do Senado, queria Rodrigo Pacheco.
A escolha irritou o Senado e parte dos ministros do Supremo,
e abriu uma disputa de poder.
Na Câmara, o clima também azedou.
Hugo Motta, presidente da Casa, colocou o PL Antifacção nas mãos do deputado Guilherme Derrite, crítico duro ao governo.
Lula se sentiu afrontado.
A relação, que já era ruim, desmoronou de vez.

A situação piorou:
👉 O Congresso derrubou vetos de Lula na lei do licenciamento ambiental.
👉 O Senado aprovou aposentadoria especial para agentes de saúde contra a vontade do governo.
👉 O STF continua investigando irregularidades das emendas parlamentares, o que irrita deputados e senadores.
Sem confiança, os três poderes atuam como adversários — não como parceiros.
Líderes dizem que falta diálogo e comando político.
Enquanto isso, a eleição de 2026 já contamina tudo.
O centrão se aproxima da direita, e cada lado tenta fortalecer seu espaço antes da campanha.
O resultado: bloqueio, retaliação e incerteza para quem depende de decisões reais — o povo brasileiro.
💥 BRASIL EM COLAPSO POLÍTICO: GOVERNO, CONGRESSO E STF ROMPEM ALIANÇAS

“Lula apoiou errado e agora colhe tempestade: senadores furiosos, Congresso rebelde, STF em silêncio. Indicação de Messias está à beira do abismo”
O PROBLEMA EXPLICADO:
Até alguns meses atrás, Lula tinha um acordo silencioso com o Brasil:
- STF o protegia de perseguições políticas
- Senado o apoiava nas votações importantes
- Câmara deixava passar suas pautas (nem sempre, mas passava)
Aí veio a indicação de Jorge Messias…
A BURRADA DE LULA
Lula precisava indicar alguém para uma vaga no STF.
Tinha dois nomes na mesa:
- JORGE MESSIAS (Advogado-Geral da União de Lula)
- RODRIGO PACHECO (Ex-presidente do Senado)
O que os líderes queriam:
🔴 DAVI ALCOLUMBRE (presidente do Senado) = Queria Pacheco 🔴 ALEXANDRE DE MORAES (ministro do STF) = Queria Pacheco 🔴 FLÁVIO DINO (ministro do STF) = Queria Pacheco 🔴 JUDICIÁRIO E SENADO = Queriam Pacheco
O que Lula fez:
✅ Escolheu Messias
Resultado: Quebrou a aliança com todo mundo.
POR QUE FOI TÃO BURRADA?
MOTIVO 1: Messias é Advogado do Lula
Se Messias entra no STF, ele pode julgá-lo.
Problema: Parece que Lula está colocando “um homem de confiança” na Corte para se proteger.
Apareça: Conflito de interesse gigante.
MOTIVO 2: Pacheco Seria Mais Independente
Se Pacheco entrasse, seria visto como politicamente neutro.
Messias? Parece homem de Lula em lugar de poder absoluto.
MOTIVO 3: Enfraquece o “Acordo Silencioso”
O acordo era: “STF protege Lula, Senado vota com Lula, Câmara deixa passar”
Com Messias no STF (possível aliado de Lula), o Senado se sentiu traído.
Se você quebra o acordo, o acordo cai.
O QUE ACONTECEU DEPOIS
DAVI ALCOLUMBRE REAGIU:
Ele fez tudo para prejudicar Lula:
- ❌ Derrubou vetos do governo sobre licenciamento ambiental
- ❌ Aprovou reforma da previdência contra vontade de Lula
- ❌ Marcou sabatina de Messias para 10 de dezembro (muito cedo)
- ❌ Disse que tem 60 votos contra Messias no Senado
O RECADO CLARO:
“Você me traiu, agora tomo meu prejuízo”
A SITUAÇÃO ATUAL
Risco de Rejeição da Indicação
Cenário 1: Messias consegue 41 votos ➜ Aprovado Cenário 2: Messias não consegue 41 votos ➜ Rejeitado no STF
Se Messias for rejeitado:
- Lula sofre maior derrota política
- Alcolumbre vira herói da oposição
- Governo fica enfraquecido
- STF fica mais independente

O Que Messias Pretende Fazer
Para tentar se salvar, Messias está articulando:
- Criticar o ativismo do STF para agradar a direita
- Prometer independência do governo
- Dizer que não será caixa de ressonância do PT
- Defender harmonia com Congresso
Problema: Ninguém acredita mais em ninguém.
A CRISE MAIOR

Não é só sobre Messias. É sobre três Poderes caindo aos socos:
GOVERNO vs SENADO
- Lula perdeu apoio de Alcolumbre
- Senado derrubando vetos de Lula
- Clima de desconfiança total
GOVERNO vs CÂMARA
- Hugo Motta rompeu com Lindbergh (líder do PT)
- Motta e Lula não se falam mais
- Câmara boicotando pautas do governo
SUPREMO vs CONGRESSO
- STF investigando emendas de deputados
- Flávio Dino furioso com Alcolumbre
- Judiciário e Legislativo em guerra
CÂMARA vs SENADO
- Motta e Alcolumbre quase romperam
- Senado enterrou a PEC da Blindagem sozinho
- Não há mais aliança entre as duas Casas
O CLIMA AGORA
“Cada um por si”
Não existe mais acordo. Cada um está:
- ❌ Cuidando do seu eleitorado
- ❌ Pensando na eleição de 2026
- ❌ Tentando derrotar adversários
- ❌ Ignorando o bem da nação
QUEM ESTÁ GANHANDO?

📊 PLACAR:
ALCOLUMBRE = Ganhando (derrotou Lula, fortaleceu Pacheco) HUGO MOTTA = Ganhando (isolou PT e PL, criou novo bloco) DIREITA = Ganhando (governo enfraquecido, divisões aumentadas)
LULA = Perdendo (isolado, sem alianças, indicação em risco) MESSIAS = Perdendo (indicação ameaçada de rejeição)BRASIL = Perdendo (País com Poderes em guerra)
O QUE VEM AGORA
Próximas Semanas:
⏳ 4 de dezembro: CPI do INSS tenta convocar Messias para depoimento ⏳ 10 de dezembro: Sabatina de Messias na CCJ do Senado ⏳ Dezembro: Votação de Messias no plenário do Senado ⏳ Janeiro 2026: Ano eleitoral começa, tudo fica pior
Possíveis Cenários:
- APROVAÇÃO: Messias entra no STF, mas enfraquecido
- REJEIÇÃO: Lula sofre maior derrota, STF fica independente
- ADIAMENTO: Votação é adiada, tensão continua
O RESUMÃO
O que foi feito:
- Lula indicou Messias ao STF
- Alcolumbre queria Pacheco
- Lula quebrou o acordo silencioso
O que aconteceu:
- Alcolumbre se rebelou
- Motta ficou bravo
- Congresso entrou em guerra contra governo
- STF vira campo de batalha
O que vem agora:
- Messias pode ser rejeitado
- Lula pode sofrer derrota histórica
- 2026 será eleição em clima de colapso político
A PERGUNTA QUE FICA:
Lula terá que ir pessoalmente pedir votos para salvar seu homem no STF?
Segundo líderes aliados: “Sim, e mesmo assim pode não conseguir”
