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Política

Gilmar Mendes cobra Lindbergh e Soraya por acusações contra Alfredo Gaspar

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Ministro do STF pediu informações sobre mensagens e registros telefônicos relacionados às acusações contra o candidato a vice de Flávio Bolsonaro

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) prestem informações sobre a notícia-crime que envolve o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL). O parlamentar foi anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL).

Na decisão, Gilmar Mendes estabeleceu prazo de 15 dias para que os dois congressistas apresentem elementos que possam ajudar na identificação dos responsáveis por mensagens anexadas ao processo. Além disso, o ministro solicitou informações relacionadas a registros de chamadas telefônicas vinculadas ao caso.

As acusações contra Alfredo Gaspar surgiram em 27 de março de 2026, durante a leitura do relatório final da CPMI do INSS, na qual o deputado atuou como relator. Na ocasião, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke afirmaram que Gaspar teria cometido estupro de vulnerável e seria pai de uma criança decorrente do suposto crime.

Segundo as informações disponíveis no processo relatado pelo Poder360, os parlamentares não apresentaram provas que sustentassem as declarações naquele momento. Até agora, o episódio também não resultou na apresentação de denúncia criminal contra Alfredo Gaspar.

Gaspar nega as acusações e afirma que busca esclarecer o episódio. Embora o caso continue sendo citado no debate político, principalmente depois de sua escolha como candidato a vice-presidente, a apuração ainda não apresentou uma conclusão definitiva sobre as afirmações.

Alfredo Gaspar apresentou exame de DNA

Quem é Alfredo Gaspar, escolhido candidato a vice de Flávio Bolsonaro

Alfredo Gaspar nega as acusações e apresentou exame de DNA – Fonte: Reprodução

Em 23 de abril de 2026, Alfredo Gaspar divulgou a realização de um exame de DNA feito por meio da coleta de material da mucosa oral. Segundo o deputado, o procedimento teve como objetivo antecipar a produção de provas e contribuir para o esclarecimento das acusações.

Gaspar afirmou ainda que o resultado está anexado a um processo que tramita na Justiça de Alagoas. De acordo com o parlamentar, a iniciativa buscou afastar a afirmação de que ele seria pai da criança mencionada no caso.

Após ser anunciado, em 5 de agosto, como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, Gaspar voltou a abordar o assunto. Ele declarou que colocou seu material genético à disposição da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal para colaborar com a investigação.

O deputado também afirmou ser o “maior interessado” na conclusão da apuração e reiterou que deseja uma resposta rápida das autoridades. Gaspar nega qualquer envolvimento no suposto crime e classifica as acusações feitas por adversários políticos como uma tentativa de chantagem.


Com informações do Poder360

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