🏀💰 Escândalo na NBA: FBI revela que máfia ainda opera nos EUA e fatura milhões com apostas ilegais

Um escândalo digno de filme de Hollywood está abalando o basquete americano e mostrando que a máfia ítalo-americana ainda está bem viva — agora com um novo negócio: as apostas esportivas e os jogos online.

FBI prendeu 31 pessoas em 11 Estados, incluindo nomes ligados à NBA e membros da tradicional máfia La Cosa Nostra.
A operação, batizada de “Royal Flush”, descobriu um esquema milionário de fraudes, extorsão, manipulação de jogos e apostas ilegais.


🎭 COMO FUNCIONAVA O GOLPE

De acordo com os investigadores, o grupo usava tecnologia de ponta para manipular jogos de pôquer e apostas esportivas.
Eles usavam máquinas de embaralhar adulteradasóculos e lentes de contato especiais que permitiam ver cartas marcadas — e até câmeras escondidas conectadas a computadores.

O FBI revelou ainda que ex-jogadores e técnicos da NBA eram usados como “iscas” para atrair apostadores ricos para as partidas viciadas.

Entre os nomes citados estão:

  • 🏀 Chauncey Billups, técnico do Portland Trail Blazers;
  • 🏀 Terry Rozier, jogador do Miami Heat;
  • 🏀 Damon Jones, ex-atleta da NBA.

Billups foi afastado do cargo, e seus advogados negam envolvimento. A NBA divulgou nota dizendo que “leva as acusações com máxima seriedade”.


💣 O ENVOLVIMENTO DA MÁFIA

Segundo o FBI, três das cinco grandes famílias mafiosas — Gambino, Bonanno e Genovese — estariam por trás do esquema.
Elas usavam ameaças e violência contra quem se recusava a pagar as dívidas.

A investigação mostra que a máfia americana, que perdeu poder nos anos 1990, mudou de tática:

Agora, trocou o contrabando e as armas pelos bets, fraudes digitais e lavagem de dinheiro.


⚖️ O MAIOR ESCÂNDALO DE APOSTAS DA HISTÓRIA ESPORTIVA DOS EUA

A operação “Royal Flush” é considerada o maior escândalo de apostas da história esportiva americana, unindo o crime organizado e o basquete profissional.
As autoridades estimam que o grupo tenha movimentado dezenas de milhões de dólares em fraudes.

diretor do FBI, Kash Patel, foi direto:

“Não vamos permitir que criminosos se escondam atrás da Cosa Nostra nem do esporte.”


🔎 OS 31 PRESOS VÃO RESPONDER POR:

  • 💵 Fraude eletrônica
  • ♠️ Operação de jogo ilegal
  • 🔫 Extorsão
  • 🧾 Lavagem de dinheiro

A máfia pode ter perdido glamour, mas segue viva — e mais conectada do que nunca.
Agora, o campo de jogo dela é digital, e o prêmio é em dólares.

PÔQUER COM RAIO-X E MÁFIA: FBI PRENDE 31 EM ESCÂNDALO DA NBA COM US$ 7 MILHÕES

Operação “Royal Flush” expõe esquema de apostas ilegais envolvendo técnicos e jogadores da NBA, famílias da máfia italiana e tecnologia de espionagem digna de filme de Hollywood

O FBI anunciou na quinta-feira (23/10) uma das maiores operações contra apostas ilegais na história do esporte americano. Com 31 prisões em 11 estados, a investigação revelou um esquema cinematográfico: jogos de pôquer manipulados com lentes de contato especiais, mesas com raio-X, cartas marcadas e a participação de quatro famílias tradicionais da máfia ítalo-americana.

QUEM FOI PRESO:

Entre os detidos estão nomes conhecidos do basquete:

  • Chauncey Billups, técnico do Portland Trail Blazers
  • Terry Rozier, jogador do Miami Heat
  • Damon Jones, ex-jogador da NBA
  • 28 membros da máfia, incluindo integrantes das famílias Bonanno, Gambino, Genovese e Lucchese

COMO FUNCIONAVA O GOLPE:

O esquema era sofisticado e envolvia múltiplas fraudes:

  1. Pôquer Manipulado: Máquinas de embaralhar adulteradas controlavam quais cartas saíam. Câmeras escondidas liam as cartas em tempo real.
  2. Tecnologia de Espionagem: Os trapaceiros usavam lentes de contato e óculos especiais que permitiam ver marcas invisíveis nas cartas.
  3. Isca Famosa: Ex-jogadores da NBA eram usados como “isca” para atrair vítimas ricas e desavisadas para os jogos.
  4. Informação Privilegiada: Atletas repassavam informações internas dos jogos para apostadores. Terry Rozier, por exemplo, teria avisado que sairia cedo de uma partida alegando lesão – informação usada para apostar US$ 200 mil.
  5. Extorsão: Quando as vítimas descobriam a fraude e se recusavam a pagar, a máfia entrava em ação com ameaças, intimidação e violência.

O PREJUÍZO:

O esquema causou perdas estimadas em US$ 7 milhões (R$ 37,7 milhões) às vítimas. As investigações apontam que o grupo movimentou dezenas de milhões de dólares em apostas fraudulentas e lavagem de dinheiro.

A MÁFIA EVOLUIU:

“A verdade é que a máfia não é mais o que era”, afirmou o advogado Edward McDonald, ex-promotor que lidou com casos da máfia nos anos 1990.

Segundo especialistas, após décadas de repressão nos anos 1980 e 1990, as famílias mafiosas migraram para crimes mais lucrativos e com menos risco:

  • Fraudes em valores mobiliários
  • Apostas esportivas online (bets)
  • Jogos de azar ilegais
  • Golpes telefônicos elaborados

“Essas famílias continuaram a existir e migraram para atividades criminosas muito mais lucrativas e com muito menos riscos”, explicou Drew Rolle, ex-chefe de crimes organizados de Nova York.

A DEFESA:

Os advogados dos acusados negam as acusações:

  • O advogado de Billups afirmou que seu cliente “nunca apostou em jogos de basquete” e que as acusações “manchariam o esporte ao qual dedicou toda a sua vida”
  • O advogado de Rozier disse que o jogador “não é um apostador, mas não tem medo de lutar”

REAÇÃO DA NBA:

A liga afastou Chauncey Billups imediatamente de seu cargo de técnico e divulgou nota:

“Encaramos essas alegações com a máxima seriedade, e a integridade do nosso jogo continua sendo nossa principal prioridade.”

O comissário Adam Silver já havia anunciado recentemente que a NBA trabalha com as principais plataformas de apostas para coibir manipulações.

AS ACUSAÇÕES:

Os 31 presos devem responder por:

  • Fraude eletrônica
  • Lavagem de dinheiro
  • Extorsão
  • Operação de jogo ilegal

O diretor do FBI, Kash Patel, classificou o caso como “um dos maiores escândalos de apostas esportivas da história dos Estados Unidos”.

“COMO UM FILME DE HOLLYWOOD”:

O agente especial Ricky Patel descreveu a investigação como “reminiscente de um filme de Hollywood”, com tecnologia avançada, famosos do esporte e o submundo do crime organizado se encontrando em um dos golpes mais elaborados já registrados.

O caso está apenas começando, mas a combinação explosiva de basquete profissional e máfia garante que este escândalo dominará as manchetes por meses – ou anos.

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