📈 SOB LULA, JUROS BATEM RECORDE NO SÉCULO XXI: GOVERNO ATUAL TEM UMA DAS MAIORES MÉDIAS DA HISTÓRIA

Patamar mĂ©dio da Selic chega a 12,5% no 3Âș mandato do petista; recorde histĂłrico continua sendo do seu 1Âș governo, com mĂ©dia de 18,7%

A taxa bĂĄsica de juros (Selic) no Brasil estĂĄ entre as mais altas do sĂ©culo sob os governos do presidente Luiz InĂĄcio Lula da Silva (PT). De acordo com um levantamento da CNN Brasil com base em dados do Banco Central, os trĂȘs mandatos de Lula figuram entre os cinco governos com juros mĂ©dios mais elevados desde 2000.

📊 CONFIRA O RANKING DAS MÉDIAS DE JUROS NO SÉCULO XXI:

  1. Lula 1 (2003–2006) â€“ 18,7%
  2. FHC (2000–2002) â€“ 18,6%
  3. Dilma 2 (2014–2016) â€“ 13,8%
  4. Lula 3 (atual governo) â€“ 12,5%
  5. Lula 2 (2007–2010) â€“ 11,1%
  6. Temer (2016–2018) â€“ 10,9%
  7. Dilma 1 (2011–2014) â€“ 9,9%
  8. Bolsonaro (2019–2022) â€“ 6,6%

🔍 ENTENDA OS MOTIVOS DA SELIC ALTA
Especialistas apontam que o atual patamar elevado da Selic reflete incertezas fiscais internas somadas a um novo contexto global de juros mais altos apĂłs a pandemia.

Para Alexandre EspĂ­rito Santo, economista-chefe da Way Investimentos, o “juro neutro” — aquele que equilibra inflação e crescimento — subiu no mundo todo, e no Brasil isso Ă© agravado por sinais de aumento de gastos pĂșblicos e polĂ­ticas econĂŽmicas expansionistas.

Entre os fatores que pressionam os juros estĂŁo:

  • Isenção do IR para quem ganha atĂ© R$ 5 mil
  • Ampliação do crĂ©dito subsidiado
  • Reforço em programas sociais

Essas medidas aquecem a economia e aumentam a pressão inflacionåria, exigindo juros mais altos para conter os preços.

📉 “OU CORTA GASTOS OU FICAMOS PRESOS A JUROS ALTOS”
De acordo com Jason Vieira, economista da MoneYou, o mercado estĂĄ precificando riscos crescentes de desequilĂ­brio fiscal. Segundo ele, o governo “tenta culpar o mercado, mas Ă© a prĂłpria polĂ­tica de gastos que alimenta a curva de juros”.

EspĂ­rito Santo vai alĂ©m: “Enquanto o governo nĂŁo cuidar das contas pĂșblicas, vamos seguir presos a esse ciclo de crescimento fraco e inflação persistente.”

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