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PM é baleado na cabeça após discussão com outro policial em Água Preta
Confusão começou após ocorrência envolvendo paredão de som no Centro do município; caso foi registrado como tentativa de homicídio
Um policial militar foi baleado na noite deste sábado (15), durante uma ocorrência envolvendo outros PMs no Centro de Água Preta, na Mata Sul de Pernambuco. O agente ferido foi identificado como Mateus Silva Almeida Canabarro.
De acordo com informações da Polícia Militar de Pernambuco, equipes foram acionadas por volta das 22h para verificar uma denúncia sobre um paredão de som que estaria funcionando sem autorização e atrapalhando um evento de sons automotivos.
Ao chegar ao local, o policiamento encontrou dois militares que estavam de folga, entre eles Nykollas Matheus de Lima Santos e um soldado identificado apenas como Lucas, apontados como responsáveis pelo equipamento. Após a chegada da equipe, o som foi desligado.
Segundo relatos de testemunhas, depois que a situação foi inicialmente controlada, dois policiais começaram uma discussão. As testemunhas também relataram que eles eram amigos e estariam ingerindo bebida alcoólica antes do desentendimento.
Caso foi registrado como tentativa de homicídio
Conforme o boletim da PMPE, durante a confusão, Canabarro teria sacado uma pistola. Um cabo que participava da ocorrência ordenou que ele guardasse a arma e entrasse na viatura. Ainda segundo o relato policial, o PM teria voltado em direção a Nykollas.
Enquanto os policiais que estavam em serviço tentavam solicitar reforço à Central de Operações, vários disparos foram efetuados. Canabarro foi atingido e caiu ferido.
O policial foi socorrido inicialmente para o Hospital Municipal de Água Preta. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Regional de Palmares, onde permaneceu internado.
Após os disparos, equipes da Polícia Militar realizaram diligências para localizar Nykollas Matheus de Lima Santos, mas ele não foi encontrado inicialmente e passou a ser procurado.
O caso foi registrado na 13ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, em Palmares, como tentativa de homicídio. A Polícia Civil ficará responsável por investigar as circunstâncias da ocorrência, esclarecer a dinâmica dos disparos e apurar a participação dos envolvidos.
Todos os citados têm direito à defesa e à presunção de inocência.
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