🚨 STF MANTÉM PRISÃO DE ADVOGADO DO CASO MASTER E DERROTA VOTO DE GILMAR MENDES

A Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão preventiva do advogado Daniel Monteiro, contrariando o voto do ministro Gilmar Mendes. O julgamento ocorreu no plenário virtual da 2ª Turma e terminou com placar de 3 votos a 1.

Gilmar havia proposto substituir a prisão por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, suspensão do exercício da advocacia e restrição de deslocamento, mas ficou vencido.

⚖️ Suspeitas de propina milionária

A prisão de Daniel Monteiro foi determinada pelo ministro André Mendonça, com base em investigações da Polícia Federal do Brasil. Segundo as apurações, o advogado teria participado da negociação de R$ 146 milhões em propinacom o empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master — sendo que cerca de R$ 74 milhões teriam sido efetivamente pagos.

🏦 Outro investigado segue preso

No mesmo julgamento, os ministros decidiram por unanimidade manter a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa. O relator, André Mendonça, teve apoio integral dos demais ministros.

O ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar do julgamento.

🏠 Imóveis de luxo e esquema investigado

As investigações apontam que parte das supostas propinas teria sido paga por meio de imóveis de alto padrão, atribuídos a Paulo Henrique Costa.

De acordo com a Polícia Federal, o empresário Daniel Vorcaro teria interrompido os pagamentos após tomar conhecimento de uma investigação do Ministério Público Federal, iniciada em abril de 2025.

Ainda segundo os investigadores, Vorcaro teria ordenado ao advogado que “travasse tudo”, o que teria interrompido a formalização das transações.

🚔 Operação e desdobramentos

As prisões foram decretadas no âmbito da operação Compliance Zero, deflagrada em abril de 2026. O caso segue em andamento e pode ter novos desdobramentos à medida que as investigações avançam.

📌 A decisão do STF mantém a pressão sobre os investigados e reforça o peso das acusações em apuração no caso.

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