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Policial penal é investigado por suspeita de aliciar menina de 12 anos no Rio

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Pai confronta policial penal no Rio

Pai da adolescente denunciou mensagens e convite para encontro; caso é apurado pela polícia e pela Corregedoria da Secretaria de Polícia Penal

A Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), no Rio de Janeiro, investiga uma denúncia contra um policial penal acusado pelo pai de uma menina de 12 anos de possível aliciamento. O caso também provocou a abertura de uma sindicância administrativa pela Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen).

O pai da adolescente, o advogado criminalista Sandro Figueiredo, afirma que encontrou mensagens enviadas pelo servidor à filha. Segundo ele, o conteúdo indicava uma possível situação criminosa, o que o levou a procurar as autoridades.

De acordo com o relato, o policial penal frequentava uma escola de futevôlei em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, onde a menina também treinava. O pai afirma que o servidor teria enviado mensagens à adolescente e feito um convite para que os dois se encontrassem na praia para jogar futevôlei.

Pai afirma que mensagens tinham visualização temporária

Pai confronta policial penal

Sequência mostra Sandro Figueiredo, pai da adolescente, durante conversa com o policial penal citado na denúncia. | Foto: Reprodução

O caso ganhou repercussão nas redes sociais depois que Sandro publicou relatos sobre a denúncia. Ele afirmou que o policial enviava mensagens de visualização temporária à filha e classificou a conduta como uma tentativa de aliciamento.

Além disso, Sandro relatou que familiares de outra possível vítima pretendiam procurar a polícia nesta sexta-feira (18) para registrar uma denúncia. Até o momento, porém, as autoridades não divulgaram detalhes sobre esse segundo relato.

Segundo o advogado, após o registro na DCAV, o caso seguiu para a Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes e, depois, para o Ministério Público. Ele também afirma que a Justiça autorizou medidas cautelares solicitadas no processo.

Corregedoria também apura a denúncia

Além da investigação criminal, a Corregedoria da Secretaria de Estado de Polícia Penal abriu uma sindicância para apurar a conduta do servidor. O procedimento administrativo também deverá avaliar eventuais medidas disciplinares.

A Seppen informou ainda que comunicou o Ministério Público sobre o caso por meio de ofício. Em nota, a secretaria afirmou que não compactua com desvios de conduta nem com crimes praticados por servidores.

A apuração segue em andamento. Até a conclusão das investigações, as acusações contra o policial penal permanecem sob análise das autoridades competentes.


Com informações do CNN Brasil

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